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Veneno Silencioso e Invisível: EUA Emite Alerta Sobre Flúor na Água Potável e Seus Impactos na Saúde

Pelo menos três cidades nos EUA pararam de adicionar flúor à água potável



Recentemente, uma nova decisão judicial nos Estados Unidos reacendeu o debate sobre a segurança da adição de flúor à água potável. O flúor, amplamente utilizado para supostamente prevenir cáries dentárias, agora está sob revisão por possíveis riscos à saúde, especialmente no desenvolvimento neurológico de crianças, o QI.

Em 24 de setembro, o juiz federal Edward Chen emitiu uma ordem solicitando que a Agência de Proteção Ambiental (EPA) dos Estados Unidos revisasse suas regulamentações sobre o nível seguro de flúor na água potável. A decisão foi influenciada por um estudo recente do Programa Nacional de Toxicologia (NTP), que identificou que níveis de 1,5 miligramas de flúor por litro podem trazer riscos ao desenvolvimento cerebral infantil.

Atualmente, a EPA permite uma concentração de até 4 miligramas por litro na água potável, um valor significativamente superior ao sugerido no estudo. A recomendação atual para a maioria das áreas é de 0,7 miligramas por litro, valor que, segundo alguns especialistas, já pode causar efeitos adversos, como a redução do QI em crianças.

No Brasil, a concentração de flúor na água potável é regulamentada pelo Ministério da Saúde por meio da Portaria de Consolidação n.º 5, de 28 de setembro de 2017. A concentração recomendada de flúor na água varia de acordo com a temperatura média anual da região, mas geralmente fica entre 0,6 a 0,8 miligramas por litro (mg/L) - muito Grave.

(Relacionado: O Golpe do Flúor: Até guando permitiremos o emburrecimento da nossa civilização?  Água fluoretada, é um veneno altamente tóxico para a humanidade, causando diminuição do QI)

O Papel da EPA e os Próximos Passos


A EPA agora enfrenta uma escolha crítica: recorrer da decisão judicial ou implementar novas regras mais rígidas sobre o flúor na água. Segundo o advogado Michael Connett, representante dos autores da ação, a EPA precisará determinar se a concentração atual de flúor, amplamente adotada em todo o país, representa riscos consideráveis à saúde.

Caso a EPA opte por seguir a recomendação judicial, será necessário iniciar um processo de criação de novas regras, considerando os possíveis riscos associados ao flúor, bem como seus benefícios odontológicos. Entretanto, ainda não há consenso sobre o nível exato de flúor que seria considerado seguro, o que torna o processo de regulamentação mais complexo.

Impactos para Cidades e Estados


A decisão já teve impacto em algumas cidades dos Estados Unidos, como Somers e Yorktown, em Nova York, e Abilene, no Texas, que suspenderam a adição de flúor à água potável. Essas cidades justificaram suas ações com base na necessidade de proteger a saúde de seus moradores, principalmente das crianças.

Por outro lado, cidades como San Antonio, no Texas, enfrentam uma realidade diferente. A fluoretação da água foi adotada em 2002 para ajudar a combater problemas dentários entre a população de baixo nível socioeconômico. Além disso, estados como Califórnia e Illinois têm regulamentações que exigem a adição de flúor à água, o que dificulta mudanças locais sem a revisão de leis estaduais.

A Necessidade de Mais Pesquisas


Enquanto o debate sobre o flúor continua, é provável que novas pesquisas sejam realizadas para determinar com mais precisão os efeitos da substância na saúde pública. A revisão de um relatório da Cochrane, publicada em outubro de 2024, sugeriu que os benefícios da fluoretação da água podem ser menores do que os observados em décadas passadas. Isso se deve, em parte, à ampla disponibilidade de cremes dentais com flúor, que oferecem proteção contra cáries de forma eficaz sem a necessidade de adição do composto à água.

Conclusão


A discussão sobre a fluoretação da água nos Estados Unidos está longe de ser concluída. Enquanto algumas cidades optam por remover o flúor de seus sistemas de abastecimento, outras ainda dependem dele para garantir a saúde bucal de seus moradores. Com mais pesquisas sendo conduzidas e a possibilidade de novas regulamentações pela EPA, o futuro da fluoretação da água potável permanece incerto, exigindo uma análise cuidadosa dos riscos e benefícios para a saúde pública.

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